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Legislação e Estatuto

Nova Legislação da Segurança Privada em 2026: Veja o que Mudou

Confira as principais mudanças na legislação da segurança privada em 2026 com o Estatuto da Segurança Privada e as novas portarias da Polícia Federal.

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· 4 min de leitura

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NOVA LEGISLAÇÃO DA SEGURANÇA PRIVADA EM 2026: TUDO QUE O VIGILANTE PRECISA SABER

Vídeo completo no canal do Instrutor Bruno Moisés

Resumo

Em 2026, a segurança privada passa por grandes atualizações regulatórias lideradas pela Lei 14.967/2024 (Estatuto da Segurança Privada), decretos e novas portarias da Polícia Federal. As mudanças impactam a formação de vigilantes, o ensino semipresencial, a atuação de gestores e o credenciamento de instrutores.

A nova legislação da segurança privada 2026 reúne o Estatuto da Segurança Privada e sua regulamentação. As normas tratam de formação, atualização, ensino semipresencial, registro de gestores e credenciamento de instrutores. Para o vigilante, exigem atenção à habilitação e às regras da Polícia Federal.

Esse conjunto de regras interessa a quem trabalha no posto, pretende entrar na profissão ou atua na gestão e no treinamento. Entender cada norma ajuda a escolher cursos, organizar documentos e reconhecer os limites da atividade.

Quais normas regulam a segurança privada em 2026?

A Lei nº 14.967/2024 instituiu o Estatuto da Segurança Privada e revogou a Lei nº 7.102/1983. Portanto, a mudança começou em 2024 e recebeu regulamentação em 2026. Consulte a lei no Planalto.

O Decreto nº 13.012, de 9 de junho de 2026, regulamenta autorização, controle e fiscalização dos serviços. Leia o decreto.

A IN DG/PF nº 340, de 31 de julho de 2026, disciplina os procedimentos administrativos relacionados ao setor. Consulte a instrução normativa na Polícia Federal.

As portarias da Coordenação-Geral de Controle de Serviços e Produtos da Polícia Federal detalham temas específicos:

  • Portaria nº 22/2026: planos de curso, conteúdos, cargas horárias e requisitos de formação, aperfeiçoamento e atualização.
  • Portaria nº 23/2026: registro do gestor de segurança privada e emissão de sua carteira nacional.
  • Portaria nº 24/2026: ensino semipresencial nas escolas de formação.
  • Portaria nº 25/2026: credenciamento de instrutores das escolas de formação.
  • Portaria nº 26/2026: autorização para aquisição e utilização de armas de menor potencial ofensivo.

Os documentos estão disponíveis na página de portarias da Polícia Federal. A aquisição e utilização de armas de menor potencial ofensivo são detalhadas na Portaria nº 26/2026.

Cada documento tem uma finalidade. A regra sobre cursos, por exemplo, não substitui as exigências para autorização da empresa.

O que muda na prática para o vigilante?

Antes de pagar por um curso, confira a regularidade da escola e peça informações sobre a habilitação oferecida. Consulte o plano de curso, a carga horária e os requisitos para matrícula.

Também pergunte quais atividades são presenciais, como funciona a avaliação e quais documentos serão entregues. Essas informações ajudam a comparar propostas e evitar decisões baseadas apenas no preço.

O ensino semipresencial exige organização. Para conciliar estudo e escala, reserve horários, acompanhe as atividades e confirme o calendário presencial antes da matrícula. A Portaria nº 24/2026 é a referência para verificar as condições dessa modalidade.

A qualificação já fazia parte da profissão. Por isso, dizer que ela “virou obrigação” somente em 2026 pode confundir o leitor. O foco deve estar nas exigências atuais de formação, aperfeiçoamento e atualização.

Na minha avaliação, conhecer a norma precisa fazer parte da preparação profissional. Eu recomendo consultar a publicação oficial antes de repetir uma informação recebida em grupos de mensagens.

Outra medida prática é organizar certificados e documentos de identificação. Mantenha uma lista dos cursos concluídos e confirme com a escola ou empresa quando houver necessidade de atualização.

Quem pretende assumir novas funções deve verificar a habilitação correspondente. A lei diferencia vigilante, vigilante supervisor e gestor de segurança privada. Experiência no posto ajuda na preparação, mas não substitui requisitos legais. Veja os requisitos no Estatuto.

Para gestores, a Portaria nº 23/2026 trata do registro e da carteira profissional. Para instrutores, a Portaria nº 25/2026 estabelece o credenciamento. Escolas e profissionais devem conferir a norma aplicável antes de anunciar serviços. Consulte as portarias da PF.

Também merece atenção o emprego de armas de menor potencial ofensivo. A Portaria nº 26/2026 prevê autorização e considera a habilitação dos profissionais para utilizar os equipamentos. Confira as condições na norma.

Na rotina, isso significa conferir com a empresa se o equipamento e o treinamento atendem às regras. A escolha não deve partir de uma compra pessoal ou de uma promessa comercial.

Eu considero mais útil estudar como a regra afeta o serviço do que apenas decorar números de portarias. Ao ler uma norma, procure três respostas: quem deve cumpri-la, qual procedimento ela exige e quando ela se aplica.

Vigilante pode fazer curso semipresencial e trabalhar por conta própria?

Vigilante pode fazer curso semipresencial?

A modalidade é regulamentada pela Portaria nº 24/2026. Antes da matrícula, confirme se a escola e o curso atendem às condições previstas nessa norma. Consulte a portaria.

Vigilante pode trabalhar por conta própria?

Para exercer a atividade, a lei exige contratação por empresa de segurança ou por empresa ou condomínio com serviço orgânico. O certificado de formação, sozinho, não autoriza a atuação autônoma como vigilante. Veja o artigo 28 do Estatuto.

Vigilante pode portar arma fora do serviço?

A condição de vigilante não concede automaticamente porte fora do trabalho. O direito previsto no Estatuto refere-se ao efetivo serviço, observada a legislação específica sobre armas. Veja o artigo 29 do Estatuto.

Para aprofundar o assunto, acompanhe a análise das normas no canal do Instrutor Bruno Moises. Consulte também os textos oficiais para verificar requisitos e procedimentos antes de tomar decisões profissionais.

Perguntas frequentes

Qual é a lei principal do Estatuto da Segurança Privada?

É a Lei nº 14.967/2024, que atualizou as regras do setor e substituiu a antiga Lei 7.102/1983.

O curso de vigilante pode ser feito online ou semipresencial?

Com a regulamentação da Portaria nº 24 da Polícia Federal, o ensino semipresencial passa a ter diretrizes oficiais aplicadas aos cursos de formação e atualização.

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Instrutor Bruno Moisés

Instrutor Bruno Moisés

Instrutor de Segurança Privada credenciado pela Polícia Federal

Sou instrutor de segurança privada credenciado pela Polícia Federal e criador do canal Instrutor Bruno Moisés. Aqui no QG eu traduzo as notícias, a lei e a rotina de posto para quem vive a profissão: vigilantes, escoltas, seguranças pessoais e quem quer entrar na área.

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