Vigilantes treinam com DEA: preparo para salvar vidas no RJ
Vigilantes treinam com DEA na SES-RJ para atender emergências cardíacas. Entenda a capacitação do SAMU e o que sua equipe precisa organizar no posto.
· 5 min de leitura

Resumo
Vigilantes e brigadistas da SES-RJ receberam treinamento do SAMU para utilizar o desfibrilador externo automático e prestar primeiros atendimentos em emergências cardíacas. A iniciativa destaca a importância de capacitação prática, comunicação e organização do socorro no posto.
Vigilantes treinam com DEA na sede da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro para atuar nos primeiros atendimentos em emergências cardíacas. A capacitação, divulgada pela SES-RJ em 9 de outubro de 2026, reuniu vigilantes e brigadistas que trabalham nos três blocos da unidade, no Rio Comprido.
O caso mostra uma responsabilidade que pode surgir no cotidiano: perceber uma emergência, pedir ajuda e participar de uma resposta organizada. Para isso, a equipe precisa de treinamento e de um fluxo de atendimento conhecido.
Ter um equipamento disponível é parte da preparação. Saber onde encontrá-lo, quem pode ajudar e como acionar o socorro também precisa entrar no planejamento do posto.
Como foi o treinamento dos vigilantes na SES-RJ?
Segundo a Secretaria, a capacitação ocorreu ao longo de dez dias, durante o curso de Suporte Básico de Vida. A coordenação ficou com o Núcleo de Educação Permanente do SAMU Capital RJ.
As aulas teóricas e práticas abordaram primeiros socorros a pessoas com parada cardiorrespiratória. O treinamento incluiu o início do atendimento e o acionamento do fluxo de emergência da Secretaria.
Foram utilizados manequins de ressuscitação cardiopulmonar, simuladores de arritmias e um desfibrilador específico para treinamento. Essa estrutura permitiu praticar o atendimento em ambiente de aprendizagem.
A publicação informa que o DEA adquirido pela pasta ficará disponível no primeiro andar, entre os dois prédios principais. A preparação busca atender servidores e outras pessoas que circulam na sede, até a chegada da equipe especializada.
Por que o vigilante precisa conhecer o plano de emergência?
Quem trabalha na entrada ou circula pelo estabelecimento pode perceber uma ocorrência antes de outras equipes. Também conhece acessos, corredores e obstáculos que influenciam a chegada do socorro.
Essa posição torna a comunicação especialmente importante. Uma chamada precisa informar onde a pessoa está e como a equipe de atendimento pode chegar até ela.
Em um prédio com vários blocos, dizer apenas o nome da instituição pode ser insuficiente. Bloco, andar, entrada e ponto de referência ajudam a localizar a ocorrência.
Eu colocaria esse conhecimento entre os assuntos da passagem de turno. O profissional precisa saber quais contatos usar e quem assume cada tarefa quando há uma emergência.
A preparação também depende da gestão. Cabe organizar recursos, oferecer capacitação e definir procedimentos compatíveis com a estrutura do local.
O que é DEA e qual foi o foco da capacitação?
DEA é a sigla para Desfibrilador Externo Automático. Trata-se de um equipamento utilizado no atendimento de determinadas situações de parada cardiorrespiratória, conforme suas indicações e orientações de funcionamento.
Na iniciativa da SES-RJ, seu uso foi trabalhado dentro do Suporte Básico de Vida. O curso reuniu equipamento, treinamento prático e integração com o atendimento especializado.
Esse contexto é importante: aprender a responder a uma emergência envolve mais do que conhecer um aparelho. A equipe precisa reconhecer a situação, comunicar o ocorrido e executar as ações para as quais foi preparada.
Uma matéria informativa não substitui essa prática supervisionada. Para desenvolver habilidades, o profissional deve buscar capacitação adequada e seguir os protocolos do serviço.
Como organizar a chegada do socorro no posto?
O Ministério da Saúde informa que o SAMU pode ser acionado pelo 192. O serviço é gratuito e funciona durante as 24 horas do dia, com orientação e envio de atendimento conforme a avaliação da central.
Durante a ligação, informe a localização e descreva o que está acontecendo. Responda às perguntas e siga as orientações recebidas.
Enquanto isso, a organização do local pode ajudar a equipe que está chegando. Um profissional pode indicar a entrada correta, enquanto outros mantêm livre a circulação necessária.
Essas tarefas precisam ser combinadas para evitar que todos abandonem o posto ou que ninguém receba o socorro. A distribuição das funções deve considerar a emergência e as condições de segurança.
Também é importante preservar a privacidade da pessoa atendida. Fotografar ou divulgar a ocorrência em grupos pode expor quem está em uma situação de vulnerabilidade.
O treinamento cria uma nova obrigação para todos os vigilantes?
A notícia descreve uma capacitação realizada na sede da SES-RJ. Ela não anuncia uma regra nacional obrigando todos os vigilantes a operar desfibriladores.
O alcance do treinamento e a participação de cada trabalhador precisam ser compreendidos dentro da organização do serviço. A empresa deve esclarecer procedimentos, apoio disponível e responsabilidades.
Também não há anúncio de contratação, reajuste salarial ou novo adicional nessa publicação. Seu valor está no exemplo de preparação para uma necessidade concreta do ambiente de trabalho.
Para quem procura cursos, vale perguntar se há prática supervisionada, quais habilidades serão trabalhadas e quem responde pela instrução. A relação entre o conteúdo e a rotina do posto precisa estar clara.
O que sua equipe pode revisar depois dessa notícia?
A iniciativa permite transformar um assunto de capacitação em perguntas úteis para o local onde você trabalha:
- Comunicação: quais números e contatos internos devem ser acionados?
- Localização: a equipe sabe informar bloco, andar e entrada de atendimento?
- Recursos: existe DEA no estabelecimento e sua localização é conhecida?
- Treinamento: quem recebeu capacitação e quando ela precisa ser atualizada?
- Responsabilidades: quem solicita ajuda, recebe o socorro e organiza a circulação?
- Registro: como documentar o ocorrido pelos canais definidos pelo serviço?
Se fosse eu no posto, levaria essas perguntas à supervisão para esclarecer o que ainda estiver indefinido. Esse alinhamento ajuda a transformar recursos disponíveis em uma resposta organizada.
O exemplo da SES-RJ reforça o valor do preparo prático. Proteger pessoas também exige reconhecer uma emergência e trabalhar em conjunto para que o atendimento chegue ao lugar certo.
Perguntas frequentes
Os vigilantes da SES-RJ receberam treinamento para usar DEA?
Sim. Segundo a Secretaria, vigilantes e brigadistas participaram de capacitação em Suporte Básico de Vida coordenada pelo SAMU Capital RJ, com aulas teóricas e práticas.
Esse treinamento passou a ser obrigatório para todo vigilante?
A publicação não anuncia uma obrigação nacional. Ela relata uma iniciativa específica para trabalhadores da sede da SES-RJ.
Qual número chamar em uma emergência cardíaca?
O SAMU atende pelo 192, gratuitamente, 24 horas por dia. Informe a localização, descreva a situação e siga as orientações da central.
Preciso fazer curso específico para usar o DEA?
Embora o aparelho seja intuitivo, a recomendação é passar por treinamento prático para ganhar confiança e agilidade no manuseio em situações reais.
Fontes
- Vigilantes e brigadistas da SES-RJ passam por treinamento para utilizar desfibrilador externo automático em caso de emergência | Secretaria de Saúde · Governo do Estado do Rio de Janeiro
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Instrutor de Segurança Privada credenciado pela Polícia Federal
Sou instrutor de segurança privada credenciado pela Polícia Federal e criador do canal Instrutor Bruno Moisés. Aqui no QG eu traduzo as notícias, a lei e a rotina de posto para quem vive a profissão: vigilantes, escoltas, seguranças pessoais e quem quer entrar na área.
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